Outro filme bom pra entender o perigo de dar voz para figuras tão inflexíveis. O Ovo da Serpente (The Serpent’s Egg, 1977) do sueco do Ingmar Bergman, legendado.
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Especial de dia das crianças: O Ovo da Serpente
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The Century Of the Self (Legendado)
Como a psicanálise e o uso dela para a manipulação das massas com objetivos políticos e comerciais mudou a cara do século XX. Produzido pela BBC, dirigido por Adam Curtis e exibido em 2002, ele é, NA MINHA OPINIÃO, essencial para entendermos o mundo social em que vivemos hoje. Como somos bombardeados por fake news. E daí traçar paralelos com figuras mais contemporâneas, como Trump, Putin, Brexit, Mark Zuckerberg, Steve Bannon, consumismo e a classe política como um todo.
São 4 episódios de 1h cada.
Parte 1 – Máquinas de Felicidade (Happiness Machines)
Parte 2 – A Engenharia do Consenso (The Engineering of Consent)
Parte 3 – Há um Policial Dentro de Nossas Cabeças: Ele Deve Ser Destruído (There is a Policeman Inside All Our Heads; He Must Be Destroyed)
Parte 4 – Oito Pessoas Bebericando Vinho em Kettering (Eight People Sipping Wine in Kettering)
A playlist com os 4, aqui. E tem mais documentários do Adam Curtis, legendados, aqui, incluindo o mais recente, HyperNormalisation.
E também vale o especial do Vox: 9 essential lessons from psychology to understand the Trump era.
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E NÃO SOBROU NINGUÉM
Primeiro levaram os comunistas
mas não me importei com isso
eu não era comunista;Em seguida levaram os sociais-democratas
mas não me importei com isso
eu também não era social-democrata;Depois levaram os judeus
mas como eu não era judeu
não me importei com isso;Depois levaram os sindicalistas
mas não me importei com isso
porque eu não era sindicalista;Depois levaram os católicos
mas como não era católico
também não me importei;Agora estão me levando
mas já é tarde
não há ninguém para
se importar com isso.Martin Niemöller
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Essa tirinha é fake

Só podia ter sido invenção do @malvados.
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Tocaí: Nightcall, Kavinsky
E essa versão de Nightcall, do Kavinsky, da trilha sonora do filme Drive, feita no celular com o app FL Studio Mobile. Foda né?
No Youtube do autor, Koji Kobura, tem vários outros covers, com vários outros instrumentos. Aqui.
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Another Brick In The Wall
Ontem, no segundo show da turnê Us + Them do Roger Waters em São Paulo vi gente criticando (novamente) o lado político/ativista do músico. Demagogo apontaram uns. Palpiteiro, disse outro. Em vários momentos do show ficou claro que o Roger Waters tem a opinião dele, e não é de hoje. E que essa turnê é politizada. Não concordar é direito seu. Mas o ponto é: conheça a obra do artista antes de ir aos shows.
Você compra um carro usado sem saber da procedência?
Você vota sem conhecer as propostas do seu candidato?
Então.
O Matias escreveu um artigo sobre o disco The Wall, do Pink Floyd, aqui.
O Marcelo Rubens Paiva também, para quem não conhece Pink Floyd. Aqui.
O Meteoro também explica o ativismo do Roger Waters. Aqui.

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A onda
A versão de 2008 é mais bem produzida. Mas essa, de 1981, é curta, tem 46 minutos e um final diferente. O filme foi baseado num evento real ocorrido numa escola norte-americana em 1967, na Califórnia. Nela o professor cria um movimento fanático, aos moldes do nazismo, com gestos, disciplina e o poder de grupo, de comunidade. O filme levantou o debate sobre educação, filosofia e política. Vale como alerta. Assista, mas não deixe de fazer uma auto-crítica sobre tolerância. A tolerância caminha com a igualdade. E ambas caminham com a democracia.
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O Presidente da Semana
Até domingo ainda dá pra você ouvir o excelente podcast da Folha de S. Paulo sobre os presidentes do Brasil. Aqui tem a lista completa. Escute com carinho os da ditatura em diante. E, em especial, o do Collor. Aquele falastrão que prometia tudo de bão, era contra “comunista” e ferrou com todo mundo.
Lembrando, de novo: #elenao
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O Super Trunfo dos consoles antigos
Depois de lançarem um deck para computadores antigos os caras do The Centre for Computing History lançaram um set para video games antigos. 10 libras, aqui. Não é um Super Trunfo, mas bate na trave.

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Um presidente aleatório?
Já imaginou se o presidente fosse escolhido por sorteio? Então, para acabar com os políticos podemos substituí-los por uma amostra aleatória da sociedade. Segundo Brett Henning, a democracia vai melhorar assim.

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