Feliz dia do xenomorfo! E aí, já viram os 6 curtinhas do Alien?
Harvest:
Alone:
Ore:
Night Shift:
Specimen:
Containment:
E a playlist com os 6 aqui.
A FINA ARTE DA NAVEGAÇÃO ALEATÓRIA.
Feliz dia do xenomorfo! E aí, já viram os 6 curtinhas do Alien?
Harvest:
Alone:
Ore:
Night Shift:
Specimen:
Containment:
E a playlist com os 6 aqui.

Um giro pelas internets. Já que tá muito parado isso aqui.
* Why are comics shops closing as superheroes make a mint?
Basicamente o cara fala que as comics shops estão falindo porque o público que sai do cinema não quer comprar HQ mensal, mas história fechada, completa. Seria uma Netflixação das HQs?
* IS MINDFULNESS MEDITATION A CAPITALIST TOOL OR A PATH TO ENLIGHTENMENT? YES
Eu acho que meditação faz bem e deveria ser a pauta do próximo milênio, mas o ponto é, ela deve só aliviar o stress ou encaminhar o sujeito para um estado superior?
* HOW RECOMMENDATION ALGORITHMS RUN THE WORLD
Isso explica a quantidade de lixo que aparece na sua página inicial do YouTube, Spotify e afins.
* O Porta dos Fundos fez em vídeo como eu me sinto indo ao cinema. Eu parei de ir ao cinema faz tempo, só saio de casa pra ver filme iraniano, quarta-feira à tarde, em cinema de bairro, no interior e quando tou de férias. A experiência de ver um filme num lugar barulhento, cercado de idiotas que querem aparecer mais que os atores na telona me espanta do cinema.
* A Folha recomendou umas newsletters essa semana. Aqui. Acho legal que newsletter volte à moda. Se alguém souber de outras legais, postem aí nos comentários.
* Mais atual que nunca, o efeito Dunning Kruger deve ser mais estudado.
* O mundo se acabando, o Brasil em liquidação e o presidente pedindo pra você lavar seu pinto. Tá certo.
* Você conhece a história do Hans Staden? E a do livro do Hans Staden? Vai fundo.
* E esse sistema de crédito da China. Já pensou se a moda pega por aqui?
* Tou me planejando aqui para ver um eclipse total do sol um dia. Espero não viciar.
Semana que vem tem mais. Ou não.
6 curtas, do Alien. Vindo aí.
Consciência de Classe e Mobilidade Social precisam de mais atenção.
Depois do tsunami que foram as campanhas eleitorais é hora de repensar o uso de sites/aplicativos e redes sociais. Pra você que acha que tudo é grátis na internet, recomendo o o documentário Sujeito a Termos e Condições, tem no Netflix. Aqui.
A professora e historiadora Lilia Schwarcz fala dos 50 anos do Ato Institucional Nº 5 (AI-5).
O @startupdareal, famoso pelos tuítes e textos desmistificando o hype das startups, criou um guia de empreendedorismo, bem sucinto, direto ao ponto: Então você quer empreender? Aqui está tudo o que sei. E tem mais textos dele aqui e tuítes aqui.
A palestra do Bruno Torturra, para o TED, em 2014, reflete sobre o poder dos smartphones nas mudanças no jornalismo, no ativismo e até mesmo no discurso político.
Quer aproveitar que agora todo mundo fala de política e entender o retrato atual da “onda conservadora” que inundou o país? A Editora Boitempo tá oferecendo de graça o livro O Ódio Como Política. A Reinvenção da Direita no Brasil (parte da coleção Tinta Vermelha) para Kindle. Aqui.
O ódio como política, organizado por Esther Solano, chega às livrarias durante o período eleitoral, no momento em que o campo progressista assiste perplexo à reorganização e ao fortalecimento político das direitas. “Direitas”, “novas direitas”, “onda conservadora”, “fascismo”, “reacionarismo”, “neoconservadorismo” são algumas expressões que tentam conceituar e dar sentido a um fenômeno que é indiscutível protagonista nos cenários nacional e internacional de hoje, após seguidas vitórias dessas forças dentro do processo democrático. Trump, Brexit e a popularidade de Bolsonaro integram as complexas dinâmicas das direitas que a coletânea busca aprofundar a partir de ensaios escritos por grandes pensadores da atualidade. Tendo como foco central o avanço dos movimentos de direita, os textos analisam sob as mais diversas perspectivas o surgimento e a manutenção do regime de ódio dentro do campo político.
—
E o ilustrador Daniel Araujo recomenda o Educação de Alma Brasileira, grátis, disponível aqui.
No Brasil, o conceito de uma educação como direito social concernente a todos foi legitimado apenas no século XX, com a Constituição Federal de 1988. Uma conquista ainda muito recente, fruto do trabalho e do ativismo incansável de educadores de todo o território nacional. Ser um educador em meio a crises políticas e econômicas constantes, em condições de elevada desigualdade social e de desvalorização profissional, exige um tipo de força, de resiliência pessoal e coletiva, que termina por compor a essência de uma educação nacional.
Nossos educadores se reúnem, formam redes que permitem a troca de experiências, o acolhimento e o estímulo para seguir em frente, driblando os diversos obstáculos e enfrentando corajosamente os desafios interpostos na caminhada.
Nesse sentido, as relações são de extrema importância, e o afeto, sempre tão presente, imprime uma qualidade para o movimento educativo.
A partir de uma mirada mais ampla para a educação, é com a gana de milhares de professores de tornar a educação um direito público de fato estabelece uma personalidade muito própria, que, de alguma forma, distingue a educação brasileira.
Pilar Lacerda, Diretora da Fundação SM
—
Se tiverem sugestões de livros grátis legais (tanto faz se é de direita ou esquerda), sugerira aí nos comentários. Vamos combater a desinformação e a formação de opinião baseadas em dados limitados e parciais.
Sem comentários