É sempre divertido receber link de um tumblr com 146 páginas de screenshots animados de games para Windows, Gameboy, Nintendinho, Sega Genesis, SNES e outras plataformas. Pena que está abandonado desde 2013, mas a ideia é boa. Vai na fé.
Semana passada choveu notícia sobre um suposta megaestrutura alienígena em volta de uma estrela a 1500 anos luz da Terra decoberta pela sonda Kepler. O mais provável é que sejam cometas, mas que a estrela KIC 8462852 emite estranhos sinais isso é fato. Pode até ser uma Esfera de Dyson feita por ETs, tanto faz. O que importa aqui é ter parcimônia. Pressa é um conceito que deveria ser abolido para quem estuda Astronomia e Astrofísica. Ainda somos novatos no assunto: o primeiro exoplaneta foi descoberto em 1989.
Esse grande silêncio (citado no paradoxo de Fermi) pode ser porque a busca por sinais extraterrestres cobre uma fatia muito pequena do universo observável. Boto fé que se derem uma vitaminada nas antenas e sondas vai dar pra ouvir até o que os ETs falam ao telefone. Basta telefonar para o número certo.
A treta ocorreu em Odessa, na Ucrânia. Chewbacca foi preso por ter se recusado a mostrar seus documentos para a polícia. No momento ele era o motorista de Darth Vader, candidato a prefeito na cidade. O wookie foi liberado depois de pagar fiança.
O momento do enquadro:
A pena para wookies ucranianos condenados é o congelamento na carbonita.
Os bonenquinhos de soldados verdes em poses de yoga! É o Kickstarter provando que qualquer ideia, mesmo que pareça ridícula, pode ter lá seus fãs. 25 doletas, disponíveis nas cores verde e rosa. Aqui.
Rob Ross é uma figura lendária da TV norte-americana. O cara apresentou um programa de 1983 a 1994 onde ele pintava quadros, simples assim.
A técnica pode ser de gosto duvidoso para entendidos e artistas, mas o tom de voz calmo e a destreza nas pinceladas faz dos vídeos uma aula de meditação artística.
Acima a primeira temporada completa de The Joy of Painting.
Quem disse que não dá pra jogar no Twitter? Leon é um game de aventura interativo, daqueles com trocentos finais diferentes, mas muito bem feito. Levei um bom tempo para detonar.
15 anos depois, surge um novo capítulo na história do Techno Viking. Um dos memes mais antigos da internet que ganhou fama global em 2007. E que, desde então, se tornou um dos maiores mistérios da internet: quem é o Techno Viking?
Ninguém sabe. Matthias Fritsch, o autor do vídeo original do Techno Viking também quer saber. Desde 2009, Matthias está sendo processado pelo famoso (e ainda anônimo) viking sobre a alegação de que o vídeo original infringia seus direitos pessoais. Matthias perdeu a causa e foi obrigado a pagar. Como forma de levantar uma discussão sobre o tema, o diretor buscou verba no crowdfunding para filmar essa história.
O documentário conta a história do meme, desde as imagens originais, capturadas numa parada de rua em 2000 na Alemanha como projeto de vídeo-arte, até 2015, mostrando como o meme se propagou sem controle pela internet.
No filme rola uma discussão sobre o controle que uma pessoa tem sobre sua imagem, a apropriação coletiva e o conteúdo transformativo e se já não está na hora de reverter a lógica do público/privado para o comercial/não-comercial, uma vez que não dá para proibir que uma imagem da internet seja reproduzia e modificada infinitamente.
No final, Matthias faz uma apelo pessoal ao viking: entre em contato.
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Essa discussão lembra muito o que foi dito na série de documentários Everything is a Remix.
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