
Um giro pelas internets. Já que tá muito parado isso aqui.
* Why are comics shops closing as superheroes make a mint?
Basicamente o cara fala que as comics shops estão falindo porque o público que sai do cinema não quer comprar HQ mensal, mas história fechada, completa. Seria uma Netflixação das HQs?
* IS MINDFULNESS MEDITATION A CAPITALIST TOOL OR A PATH TO ENLIGHTENMENT? YES
Eu acho que meditação faz bem e deveria ser a pauta do próximo milênio, mas o ponto é, ela deve só aliviar o stress ou encaminhar o sujeito para um estado superior?
* HOW RECOMMENDATION ALGORITHMS RUN THE WORLD
Isso explica a quantidade de lixo que aparece na sua página inicial do YouTube, Spotify e afins.
* O Porta dos Fundos fez em vídeo como eu me sinto indo ao cinema. Eu parei de ir ao cinema faz tempo, só saio de casa pra ver filme iraniano, quarta-feira à tarde, em cinema de bairro, no interior e quando tou de férias. A experiência de ver um filme num lugar barulhento, cercado de idiotas que querem aparecer mais que os atores na telona me espanta do cinema.
* A Folha recomendou umas newsletters essa semana. Aqui. Acho legal que newsletter volte à moda. Se alguém souber de outras legais, postem aí nos comentários.
* Mais atual que nunca, o efeito Dunning Kruger deve ser mais estudado.
* O mundo se acabando, o Brasil em liquidação e o presidente pedindo pra você lavar seu pinto. Tá certo.
* Você conhece a história do Hans Staden? E a do livro do Hans Staden? Vai fundo.
* E esse sistema de crédito da China. Já pensou se a moda pega por aqui?
* Tou me planejando aqui para ver um eclipse total do sol um dia. Espero não viciar.
Semana que vem tem mais. Ou não.


O ódio como política, organizado por Esther Solano, chega às livrarias durante o período eleitoral, no momento em que o campo progressista assiste perplexo à reorganização e ao fortalecimento político das direitas. “Direitas”, “novas direitas”, “onda conservadora”, “fascismo”, “reacionarismo”, “neoconservadorismo” são algumas expressões que tentam conceituar e dar sentido a um fenômeno que é indiscutível protagonista nos cenários nacional e internacional de hoje, após seguidas vitórias dessas forças dentro do processo democrático. Trump, Brexit e a popularidade de Bolsonaro integram as complexas dinâmicas das direitas que a coletânea busca aprofundar a partir de ensaios escritos por grandes pensadores da atualidade. Tendo como foco central o avanço dos movimentos de direita, os textos analisam sob as mais diversas perspectivas o surgimento e a manutenção do regime de ódio dentro do campo político.
No Brasil, o conceito de uma educação como direito social concernente a todos foi legitimado apenas no século XX, com a Constituição Federal de 1988. Uma conquista ainda muito recente, fruto do trabalho e do ativismo incansável de educadores de todo o território nacional. Ser um educador em meio a crises políticas e econômicas constantes, em condições de elevada desigualdade social e de desvalorização profissional, exige um tipo de força, de resiliência pessoal e coletiva, que termina por compor a essência de uma educação nacional.



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