Recentemente vi uma pegadinha brasileira onde um rapaz xavecava garotas encostado num carrão importado amarelo. E quando as minas topavam o xaveco ele se dirigia até sua lata velha, estacionada estrategicamente atrás do carrão importado amarelo. Assisti essa merda porque tinha muito view no Youtube, e pensei que fosse algo legal, mas confesso que não achei graça alguma, pelo contrário. Sem entrar nos méritos de ser forjada ou não, aquilo nem é uma pegadinha, é simplesmente uma mentira. O que essa pegadinha fez foi expor algumas garotas ao ridículo e incentivar a misoginia (nos comentários).
Toda vez que eu vejo uma pegadinha desse naipe, sinto que o enganado da história sou eu e não a pessoa que está no vídeo.
Só estou tocando no assunto pra lembrar que até um simples susto pode matar alguém e que essa moda de batizar qualquer idiotice de pegadinha está viralizando. Tanto que o site Cracked fez um vídeo educativo lembrando que pegadinha é uma piada que faz o sujeito se sentir enganado, e só. Qualquer coisa que fuja disso deixa de ser uma pegadinha. Segue a lista do que não é pegadinha segundo o site:
– Mentir para alguém e filmar a reação da pessoa
– Ser um idiota (que come a comida de um estranho na rua, por exemplo)
– Encher o saco de um desconhecido
– Assediar sexualmente alguém
– Racismo ou discriminação
Tatooine or Bust é um curtinha de Jason Wishnow filmado em janeiro de 1997, no relançamento de Star Wars em 5 cinemas dos Estados Unidos. O mini-documentário mostra a expectativa dos fãs que dormiram na fila ver pela primeira vez a trilogia original em tela grande. Divertido ver o que Star Wars representava para essa galera (antes de Jar Jar Binks).
Em 1999 ele também filmou os fãs na estréia do Episódio I. Aqui.
Enquanto a playboy arranca o nude das revistas, a galera do entretenimento adulto vê na realidade virtual uma esperança de suce$$o. Aí fica a pergunta: a pornografia em VR será como o VHS foi para a pornografia nos cinemas? Eu acho que sim. Chegou a era do porn imersivo.
Saiu o pôster oficial do Episódio VII de Star Wars. A primeira coisa que eu vi foi essa Estrela da Morte ao fundo… alguém? Isso fora a ausência de Luke Skywalker.
Impressionante o processo de fabricação dos “carrinhos de ferro” da Matchbox, em 1962. Não mudou muita coisa se você comparar com a fabricação atual de carrinhos da Hot Wheels. Agora a pintura é automática e rolam uns testes automatizados de colisão nos modelos.
1 comentário