
Nem tá. Esse aí é o Samurai Jack! Que voltará!
Roubei daqui.
A FINA ARTE DA NAVEGAÇÃO ALEATÓRIA.
Taí uma história que merece um filme bom. Krystle Cole conta como foi a época em que largou de ser stripper para viver com um traficante de drogas sintéticas vivendo num luxuoso silo de míssil nuclear no meio de Kansas. Uma história com traições, fugas e tortura com drogas psicodélicas.
Assista, tem legendas em português.
Hoje, Cole pinta e escreve e compartilha com conhecimento sua experiência com as mais variadas drogas sintéticas em seu canal do Youtube: Brain Soup.
Muito foda o braço protético combinado com máquina de tatuagem do tatuador JC Sheitan Tenet. Ainda mais com esse look steampunk.

É legal ver que os personagens seguem essas regras e como elas definem os personagens. O mais legal é que não se sabe ao certo se essas regras foram criadas antes ou depois da produção do desenho. O roteirista do desenho, Michael Maltese, afirmava nunca ter ouvido falar do assunto. Já Chuck Jones cita no livro Chuck Amuck: The Life and Times of an Animated Cartoonist que ele e sua equipe seguiam.
Polêmicas à parte, seguem as regras, traduzidas:
REGRA 1
O Papa-Léguas não pode machucar o coiote, exceto fazendo “beep-beep!”
REGRA 2
Nenhuma força externa pode machucar o coyote – somente sua ineptidão ou por falha dos produtos Acme.
REGRA 3
O Coyote pode parar a qualquer hora – como se não fosse um fanático. (Repita: “O fanatismo consiste em redobrar esforços quando se esquece o objetivo” – George Santayana)
REGRA 4
Sem qualquer diálogo, exceto “beep-beep!”
REGRA 5
O Papa-Léguas deve ficar na estrada – ou, logicamente, ele não seria chamado de Road Runner. (Numa tradução livre: corredor da estrada).
REGRA 6
Toda a ação deve ser confinada ao ambiente natural dos dois personagens – o deserto do sudoeste norte-americano.
REGRA 7
Todos os materiais, ferramentas, armas ou conveniências mecânicas deverão ser obtidas da corporação ACME.
REGRA 8
Sempre que possível, faça a gravidade ser a maior inimiga do coiote
REGRA 9
O coiote é sempre mais humilhado do que machucado pelas suas falhas.
Segue o post original com as regras:

Documentário de 2007 sobre a vida e a obra de Jean Giraud, o Moebius.
Definitivamente uma das melhores HQs da atualidade não seria nem sombra do que é hoje sem os desenhos de Fiona Staples. Dona de um estilo único e 100% digital.
No vídeo abaixo (11 min) ela comenta o processo de criação da página acima.
Para você que tem um amigo ou amiga corredora. Poucas coisas são mais chatas do que aquele amigo (ou amiga) que resolveu correr e é capaz de ficar horas falando de como ela corre, quanto corre, onde corre, o tempo que faz…
O corredor é quase tão chato quanto o MAMIL (Middle Aged Man In Lycra).
Na mesma linha do programa Kindle Unlimited o site ComiXology lança sua assinatura Unlimited. Por 5,99 obamas você tem acesso a vários títulos de HQs. Longe de ter todo o acervo do site, mas ao estilo do Netflix, já é um começo.
Entre os títulos que fazem parte do programa, tem bastante coisa legal: Hellboy, Saga, Incal, Lumberjanes, Lazarus, Conan, Chew, Scott Pilgrim, Sex Criminals, Usagi Yojimbo, The Walking Dead, Adventure Time, Outcast e outros.
Para comemorar os 50 anos de Star Trek, em setembro, vem aí: série nova, em 2017, filme novo, Sem Limites e o cartão verde da Paramount (abandonando o processo que movia contra os produtores) para a produção do longa feito pelos fãs Star Trek: Axanar.
O Matias falou disso tudo aqui, com mais detalhes.
O trailer de Sem Limites:
Prelude to Axanar:
Algumas animações que achei pela rede.
Papa (2016, Natalie Labarre)
Um inventor excêntrico inventa um substituto para cumprir suas obrigações como pai. Site oficial.
The smartest dog in the world (2011)
O cachorro mais inteligente do mundo e suas nobres intenções. No canal do autor tem uma tonelada de animações no mesmo estilo. Aqui.
Hound (2016, Georgia Kriss)
Uma estranha visão dos clichês do mundo canino.
Grandma’s Hero (2016)
As aventuras de um desastrado herói e sua avó.
BEER by Charles Bukowski (2016, NERDO)
Uma adaptação animada desse poema do Charles Bukowski.
Death in Space (2015, Thomas Lucas)
Algumas das inúmeras maneiras de se morrer no espaço.
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