“Este muro tinha uma arte. Agora tem caralhos.”

“Este muro tinha uma arte. Agora tem caralhos.”

Muito legal o que esse cara faz.
O vídeo é antigo, mas só vi agora.
O cara limpa a sujeira da parede e assim forma os desenhos dele… Os policiais quando chegam ficam meio perdidos…
Eu já disse antes que de forma geral não curto graffiti. O limiar entre graffit/arte e fixação/vandalismo é simplesmente o gosto de quem vê. E nesse caso, eu achei muito legal.
A matéria completa aqui. . E o nome do artista é Alexandre Orion
Pichadores de MG exibem seus crimes na internet – vandalismo
Street Art: matéria

Não gosto de graffiti. Já vi alguns interessantes, como o da foto acima, mas de forma geral não gosto.
O documentário Roadsworth (abaixo em inglês), fala do trabalho do Canadense Peter Gibson que é considerado fora-da-lei em seu pais, mas aclamado como artista pelo mundo afora.
Edai levanto o ovelha-debate: o que é street art? O que é vandalismo?

Um lóque pintou uma piroca de 18 metros no telhado da mansão da família. Será que dá pra ver no Google Earth?
Roubado na caruda do Galã de Niterói.
Assim se transforma uma pixação em graffiti aqui em Lisboa.
O Above tem várias intervenções interessantes.



Um dos mais importantes castelos históricos da Escócia está sendo pintado por quatro grafiteiros brasileiros. A iniciativa é dos próprios donos do castelo e o objetivo do projeto é suscitar um debate sobre os conceitos de arte e vandalismo. A história toda você lê aqui.
Aqui o site oficial do projeto.
Bem legal esse esquema, hein?
Evento sobre graffiti em Nova York contará com a participação de brasileiros, nomeadamente do pessoal do Choque Cultural. A mostra chama-se Ruas de São Paulo e rola de 17 de Fevereiro a 17 de Março. Aqui no blog eles já divulgam umas fotos dessa viagem.

Fuçando achei essa entrevista do Alexandre orion, que fala sobre o trabalho Metabiótica. Para mim, muito interessante.
A idéia parecia boa:
Mas a brincadeira virou merda quando descobriram que os autores, Sean Stevens e Peter Berdovsky, estavam, na verdade, fazendo uma ação de marketing de guerrilha para divulgar o desenho Aqua Teen Hunger Force, do Adult Swim (que por sua vez pertence à Turner).
E a merda foi pro ventilador quando a polícia paranóica de Boston confundiu os dispositivos luminosos com possíveis bombas terroristas. Pela brincadeira idiota e pelos prejuízos causados à cidade, a Turner foi obrigada a pagar 2 milhões de doletas, o que foi pouco na minha humilde opinião e pedir desculpas durante a programação do canal.
Eis aí o vídeo dos idiotas que foram presos e liberados e que, na conferência de imprensa, só falaram sobre “cabelos”:
Na boa, todo pseudo-artista que for pego fazendo marketing de guerrilha disfarçado de street art tem que se foder mesmo.
Segundo o pessoal aí do Anti-Advertising Agency, a propaganda é o vandalismo da ‘Fortune 500′. Em protesto, os caras tampam os letreiros eletrônicos com mensagens de efeito. Saca só:
E tem mais graffiti luminoso no Graffiti Research Lab.
Um mini-documentário sobre a arte subversiva do enigmático Banksy. Vejaê.