O GRANDE IRMÃO ZELA POR TI

  • How much wood could a wood chuck chuck?

    A wood chuck would chuck all the wood a wood chuck could chuck if a wood chuck could chuck wood.

    Pergunta e resposta extraída do novo serviço de perguntas & respostas do Yahoo!. Parece uma gincanona, você posta sua pergunta e quem responde fatura pontos. Nada de novo, já que em sites de informática essa prática é comum faz um tempão. Mas quando as perguntas saem do âmbito geek, e se tornam subjetivas, aí a brincadeira fica interessante.

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  • Em compensação

    A gata mais feia do mundo tá vivinha, segundo consta.

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  • Sam, o cachorro mais feio do mundo

    Voltou pro inferno. Olhae.

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  • Mulher sem umbigo posa para a Playboy!

    Não é segredo que todas as gostosas que aparecem na revista Playboy passam por um tratamento de beleza a base de photoshop – umas mais outras menos. Mas apagar o umbigo da moça não estava nos planos. Que mancada!

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  • Devotos do gorila gigante, uni-vos!

    E eis aqui o vosso lar.

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  • Smith&Foulkes

    Em um animação foderosa. Aqui.

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  • Spike Jonze num anúncio da GAP

    Aqui. (MOV)

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  • O novo clipe do Strokes

    Juice Juice, com o David Cross e em versão sem cortes. Aqui. (MOV)

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  • Cultura Livre


    Em português, gratuita, e em PDF no livro “Cultura Livre” do Lawrence Lessig oferecido pelo pessoal da Trama, aqui.

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  • Pearl Jam em São Paulo


    Pearl Jam na sexta-feira. Foto da Cris.
    O Bruno, do Urbe (de endereço novo), fez uma resenha do show do Pearl Jam no Rio e já que ele fez esse favor pra nóis, aqui vai minha resenha rápida e rasteira do que rolou no Pacaembu nos dois dias.

    Sexta
    O melhor show em São Paulo. A banda abriu na porrada com “Go”, “Hail Hail” e “Animal” para então Eddie, regado à vinho e bom moço como aparenta ser, fazer uma pausa para que retirassem uma fã em êxtase do meio da multidão espremida e certificar-se que estava todo mundo OK. Pausa feita, elogios ao público e depois do apelo em português “Cuidem bem uns dos outros”, o show continua no mesmo pique da abertura. Eclético, e com mais hits que lados B, a banda fez todo mundo pular, cantar junto e delirar ao som de clássicos como “Corduroy”, “Alive”, “Even Flow”, “Porch”, “Jeremy”, “Do The Evolution”, “Better Man”, “Faithful”, “Given to Fly”, “Once” e “Black” e nem a irritante chuva fina que castigou São Paulo naquela tarde/noite desanimou os fãs. Mais de 10 anos de espera, a banda finalmente veio, tocou o que todo mundo queria ouvir e encerrou o show com as luzes do Pacaembu já acesas. Nota 9.

    Sábado
    Mais contidos e com o Pacaembu bufando desde antes do show do Mudhoney, a banda segurou a porrada e fez um show mais calminho. No set list, entre hits novos e velhos, vários lados B e músicas não muito conhecidas por aqui, incluindo aí “Crazy Mary”, “State of Love and Trust”, “Present Tense”, “Small Town”, “Lukin” e “Sad”, além dos covers “Kick Out the Jams” (com o vocal e guitar man do Mudhoney no palco), “Hide your Love Away” dos Beatles, “Believe in Miracles” (dos Ramones, tocada também na sexta) e “Rock in the Free World” do Neil Young para encerrar o show mas sem antes agradecer a presença do público, prometer um retorno em breve e agradecer até a vizinhança do estádio pelo volume do show. Mas foi em “Black” o ápice do show, numa versão mais longa, o backing vocal ficou por conta de um coro de 40 mil vozes que mereceu aplausos e elogios da banda. Desconfio que eles estavam com um certo receio de alguém se machucar caso repetissem a mesma pegada da sexta. Enfim, embaixo de um dia frio, nublado, sem chuva e um show 7.5, o Pearl Jam se despede da capital paulista.

    Mas o melhor dos dois shows foi ouvir a galera esgoelando até perder a voz num uníssono coro que com certeza vai fazer a trupe de Seattle pensar duas vezes antes de deixar a América do Sul de fora de suas futuras turnês. Que sirva de aviso: aqui a gente canta junto, mesmo no embromation.

    E o único vacilo foi a organização do show prometer cerveja até as 19h30 de sexta e para de vender uma hora antes. No sábado, a única cerveja que apareceu no estádio foi no coro da galera sedenta da arquibancada ANTES do show de abertura. É tanta lei proibindo barulho, bebida e outras drogas que já já shows como esse só serão possíveis fora da capital…

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