
A música é uma bosta. Mas o clipe é um desfile de beldades. Crica! Também tungado do Treta.
A FINA ARTE DA NAVEGAÇÃO ALEATÓRIA.
Ou o tênis alheio? É com base nessa molecagem que vários artistas se inspiram para fazer o Shoefiti, arte que tem até site oficial:

Vale uma olhada nesse vídeo também, que mostra o principal representante dessa arte, o coletivo Skewville, em ação.
Chuck Norris e Jack Bauer são donzelas perto do intrépido capitão Kirk. William Shatner já foi o maior herói da galáxia, já foi policial em outra série, já gravou disco, já teve game pra PC e atualmente faz o papel de um advogado sacana em alguma série de advogado num canal pago que eu não me lembro qual era. Mas acabei de descobrir que o cara também é vegetariano! E chegou a apresentar um documentário sobre o vegetarianismo chamado Vegetarian World, de 1982. Baixa lá. Definitivamente é o meu herói.
Aposto que a Lucy (a única vegetariana do nosso staff) não sabia disso.

Animação zen de Michael Dudok de Wit que quase levou o Oscar de animação em 94. Assista aqui.
Finalmente uma boa alma caridosa, o Renato, nos enviou o jingle do Carlinhos Brown para os tubos e conexões Amanco. Baixaê. Ouveaê. E depois zoe ali no comments.
Iggy Pop está compondo músicas com os Stooges para novo disco.
Ou “tudo o que você sempre quis saber sobre letreiramento de quadrinhos mas nunca conheceu a Lilian Mitsunaga para te ensinar”. Aqui.

Numa animação cheia de lenga-lenga (até chegar nos finalmente) e roteiro meloso. Mas vale esperar para ver a luta entre Ryu e Scorpion. Assistaê. Dica do Leonardo, mais uma.
Qualquer coisa
Fica parado à porta e eu nem vejo, estou de costas fazendo coisas como escrever, limpar cinzeiros ou olhar o céu pela janela. Fica parado à porta uma porção de tempo, e eu nem vejo, mas dura pouco. Em seguida algum toque quente como um olhar fixo começa a me queimar a nuca, então abandono o que estou fazendo, seja o que for, e não sei bem se me volto lenta ou rapidamente, para surpreendê-lo no momento exato de baixar os olhos e afastar a mão apoiada na parede, como se recém chegasse e estivesse parado ali uma porção de tempo, olhando. Sei que está azul, ou verde, ou branco, talvez os três juntos, talvez outros ainda, talvez nenhum: mas me volto rápida ou lentamente, e nesse movimento qualquer coisa que tenho entre as mãos cai ao chão, e antes de dizermos qualquer coisa há a necessidade quase milenar de curvar-se para apanhar o objeto caído, um livro, um cigarro, provavelmente uma estrela. E só depois ou durante o tempo em que vêm subindo no ar as mãos douradas segurando essa coisa qualquer é que nos olhamos e começo a entrar no mar sem medo antigo, e pela primeira vez, a água não parece fria nem escura, nem arde nos olhos quando mergulho(…)
O texto na íntegra está aqui.
E para saber mais sobre o autor de Morangos Mofados, visite este site aqui.
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