Já ouvi falar em saco de gelo na cabeça para aliviar a dor, mas acho que faltou certa delicadeza e técnica para esse massagista. Sem falar que ele usou o saco sem gelo.
Ou aqui.
PRAISE THE ALGORITHM!
Já ouvi falar em saco de gelo na cabeça para aliviar a dor, mas acho que faltou certa delicadeza e técnica para esse massagista. Sem falar que ele usou o saco sem gelo.
Ou aqui.
São 42 minutos de filme produzidos por um grupo de fãs e baseado no jogo Resident Evil 4. Quem tem familiaridade com o jogo poderá dar boas risadas. Vi inteiro e achei que, no mínimo, os caras se esforçaram bastante. Só o final ficou fraco, mas se você tiver um tempinho vale a pena ver.
Ou aqui.
Mark Jenkins é o cara.
Ainda me lembro daquele fatídico clássico aleatório Flamengo e Tunísia. No dia 13 de outubro de 2002, no Winning Eleven. O time carioca ganhou de 2 a 1. Memorável.
Uma produção Ovelha Elétrica pra você ficar com enjoô, dor de cabeça e com os olhos ardendo. Assim você pode pedir dispensa do trabalho e assistir a reprise de Togo e Coréia do Sul em casa. Aqui.
Mauro, artista famoso pelos personagens femininos espalhados pelas ruas de São Paulo manda o convite da exposição IN-DIVÍUO que ele está realizando no Grazie A Dio. Saca só:
Abertura: 20 de junho
Exposição: vai do dia 21 de junho a 23 de julho a partir das 20h
Local: Grazie A Dio – Rua Girassol, 67 – Vila Madalena – São Paulo/SP
Fone: (11) 3031.6568
Site: www.grazieadio.com.br
Não sei se vocês notaram, mas há um novo colaborador aqui no site. É o nosso colunista/cronista anti-social, o Senhor Encefalite, uma espécie de Garoto Enxaqueca revoltado que vai colaborar com posts que revelam a verdadeira face da sociedade brasileira. Boa sorte aí Senhor Encefalite!
A cena 3: estou lá na Vila da Copa, não preciso repetir: o evento mal organizado para a playboyzada paquerar (e, se quiser, ver os jogos do Brasil num telão), à trabalho, com uma máquina fotográfica nas mãos…
Estou na porta da incoerente área VIP e eis que chega ao evento para assistir o show do tal Jammil e suas mil e uma noites (até então eu só tinha visto esse nome pintado num muro em Caraguatatuba) o jogador Denílson. Até aí normal… Mas o comentário que eu escuto atrás de mim doeu, uma mina, que deve ter ido lá porque falaram que era balada berra ao ver o Denílson: “Olha o Robinhooooo!”. É mole? Nem com fuso horário de novela o Robinho estaria no show do Jammil. Aposto e ganho que a desorientada nem sabe onde fica a Croácia e muito menos sabe quem fez o gol do Brasil…
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