
Tomara que seja melhor que Enterprise. No site oficial tem mais informações.
A FINA ARTE DA NAVEGAÇÃO ALEATÓRIA.

Tomara que seja melhor que Enterprise. No site oficial tem mais informações.
Esse fim de ano promete. Vem aí série de ficção científica em lote. Todas baseadas em livros.
Childhood’s End (O Fim da Infância, Arthur C. Clarke)
Minisérie em 6 episódios. Syfy – Em dezembro.
The Expanse (baseado em dois livros de James S.A. Corey)
10 episódios. Syfy – Em dezembro.
The Man in the High Castle (O Homem do Castelo Alto, Philip K. Dick)
10 episódios, Amazon – Em novembro.
Também está nos planos do canal Syfy as adaptações de Hyperion (Dan Simmons) e Gateway (Frederik Pohl).

Primeiro, o título brasileiro. O título Perdido em Marte é propaganda enganosa. O filme conta a história de um astronauta que tem que se virar pra voltar pra casa uma vez que ele é dado como morto e abandonado em Marte. Em momento algum do filme ele está perdido. A NASA sabe o endereço dele. É ilógico, pra não dizer burro.
Agora o filme. Perdido em Marte é um filme do Ridley Scott, mas poderia ser do Robert Zemeckis sem maiores problemas. O filme é uma espécie de O Náufrago e cai naquela categoria de filmes bons, mas que ninguém explica como tem notas tão boas no imdb.com: O Discurso do Rei, Invictus e O Jogo da Imitação. É um filme good vibe previsível padrão, nada demais. Você já sabe o que esperar para a próxima cena. Você já sabe que vai dar tudo certo e você vai ter alguns momentos de tensão salpicadas com algumas tiradas de humor.
Me lembrou muito o filme Twister, Lunar e Gravidade em algumas passagens. E de longe lembrou os filmes do Riddley Scott onde era difícil saber se você deve ou não simpatizar com o herói, tipo Blade Runner e Alien. Passou longe do suspense e também passou longe dos outros filmes de Scott, tipo O Gladiador, Robin Hood e O Gângster, onde você toma o partido do herói e tem um inimigo em comum para ficar puto.
Em Perdido em Marte, o planeta é tão bonito, a cenografia é tão bonita, que você não consegue ficar puto com o ambiente hostil. Nem parece que o personagem do Matt Damon está em Marte. Parece que ele está num deserto qualquer. E o pior: parece fácil sobreviver lá.
A Sandra Bullock se ferrou, e muito, para sobreviver no espaço em Gravidade. A tripulação do filme Alerta Solar entrou em parafuso quando deu merda na missão, a tensão do Apollo 13 do Tom Hanks me dá arrepios até hoje. Já o Matt Damon tirou de letra sobreviver em Marte. A casa caiu e o cara continua fazendo piada. Resiliência de astronauta sim, concordo, essencial para sobreviver no espaço. Mas faltou o lado humano, um apego pela sobrevivência. Em O Náufrago esse papel era da bola Wilson. Clichê? Talvez. Mas faltou algo na relação do astronauta com o ambiente. Todos os astronautas são emotivos. Menos o Matt Damon (e o alemão).
Enfim, Perdido em Marte é previsível. Visualmente bonito e divertido. Mas longe de ser um clássico.

O BOM
– O filme bota a ciência como heroína e mostra que pra solucionar problemas você precisa ter organização, método e alta resiliência.
– As cenas do planeta vermelho são muito boas, deveriam ter mostrado mais.
– Verossimilhança: muita informação ali é baseada em estudos reais da NASA.
O RUIM
– O personagem de Sean Bean parece que está constipado o filme todo. Fora que um chefe de missão da NASA não deveria ser tão tímido. Podiam ter matado ele, seria mais engraçado.
– A nave que parece um navio-spa: Ok homenagear 2001, mas queria saber da NASA se a ideia de nave espacial inclui tanto espaço vazio.
– Um romance de astronautas…
– O astrofísico, estilo hacker outsider, que tem a solução mágica que NINGUÉM da NASA considerou antes.
– Dois atores do filme Interestellar. Toda vez que a personagem de Jessica Chastain aparecia na tela eu divagava se ela ainda estava procurando o pai pelo espaço.
– O delay das comunicações: da forma como o filme foi editado, parece que toda comunicação é em tempo real.
– A cobertura da imprensa no filme é surreal. A NASA transmitindo ao vivo pela TV o chat dos personagens é uma coisa que a gente não vai ver tão cedo.
CONCLUSÃO
– Nota 3 (de 5)
Confira aí a versão muda de O Império Contra-Ataca.
Traz dois vídeos sobre ficção científica. O primeiro explica por onde você deve começar a ler scifi (preste atenção na dica número 4) e o segundo fala da saga Fundação do Isaac Asimov. Vale para os iniciantes no ramo.
Por onde começar a ler ficção científica | ABDUÇÃO #02:
A maior saga das galáxias: FUNDAÇÃO | ABDUÇÃO #03:
A palestra do Neal Stephenson, que começa a partir dos 14min, arrebenta.

Finalmente a Editora Aleph lançou suas principais obras no formato ebook. Os títulos podem ser encontrados na Amazon, Google Play e Livraria Cultura.
Segue a lista dos em ordem alfabética:
– A Jornada do Escritor, Christopher Vogler
– A Máquina Diferencial, William Gibson
– A Mão Esquerda da Escuridão, Ursula Le Guin
– Androides Sonham Com Ovelhas Elétricas?, Philip K. Dick
– As Cavernas de Aço, Isaac Asimov
– As Fontes do Paraíso, Arthur C. Clarke
– Count Zero, William Gibson
– Como Criar uma Mente, Ray Kurzweil
– Cultura da Conexão, Henry Jenkins
– Duna, Frank Herbert
– Encontro Com Rama, Arthur C. Clarke
– Eu, Robô, Isaac Asimov
– Filhos de Duna, Frank Herbert
– Fluam, Minhas Lágrimas, Disse o Policial, Philip K. Dick
– Fundação, Isaac Asimov
– Fundação e Império, Isaac Asimov
– Fundação e Terra, Isaac Asimov
– História Zero, William Gibson
– Homens Difíceis, Brett Martin
– Jurassic Park, Michael Crichton
– Laranja Mecânica, Anthony Burguess
– Limites da Fundação, Isaac Asimov
– Messias de Duna, Frank Herbert
– Monalisa Overdrive, William Gibson
– Neuromancer, William Gibson
– O Fim da Eternidade, Isaac Asimov
– O Fim da Infância, Arthur C. Clarke
– O Homem do Castelo Alto, Philip K. Dick
– O Livro dos Mortos do Rock, David Comfort
– Origens da Fundação, Isaac Asimov
– O Planeta dos Macacos, Pierre Boulle
– Os Próprios Deuses, Isaac Asimov
– O Sol Desvelado, Isaac Asimov
– Os Três Estigmas de Palmer Eldritch, Philip K. Dick
– Prelúdio à Fundação, Isaac Asimov
– Realidade Adaptadas, Philip K. Dick
– Reconhecimento de Padrões, William Gibson
– Segunda Fundação, Isaac Asimov
– Sombra do Paraíso, David S. Goyer
– Território Fantasma, William Gibson
– Ubik, Philip K. Dick
– Um Cântico para Leibowitz, Walter M. Miller Junior
– 2001: Uma Odisseia no Espaço, Arthur C. Clarke
– Valis, Philip K. Dick
Se alguém quiser me dar todos do Philip K. Dick eu aceito.
William Shatner ‘cantando’ Common People do Pulp já é bizarro. Aí um fã fez um clipe à altura. O resultado é sensacional:
28 minutos de um conto do Asimov:
Valeu Gel!
Tirando Star Wars, Marvel e DC, eis o que vem por aí de filme scifi:
Mad Max:
Max Max – Trailer final:
Area 51:
Infini:
Aurora:
The Shaman:
The Last of Us, Maggie com Schwarzenegger:
Ex Machina:
Tomorrowland Trailer #1:
Tomorrowland Trailer #2:
Jurassic World:
Terminator Genisys:
Attack on Titan: End of the World:
Iron Sky The Coming Race, com Hitler montado num Dinossauro… mas esse é pra 2016:
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