Vi no Trabalho Sujo que os representantes da LEGO substituiram os cartões de visita por bonequinhos personalizados. Genial! Mas, e se a sua empresa fizesse a mesma coisa? Como seria o seu cartão de visitas? O meu seria uma mini-bíblia (trabalho com missionários). Conta aí como seria o seu cartão.
Se liga no e-mail do “Departamento da Polícia Federal” que veio parar na minha caixa postal. Até mesmo entre os golpistas virtuais tem grupos que não evoluíram: Dizer que houve acesso indevido na conta bancária só não é mais manjado que pedir recadastramento dos dados, inclusive senha. Daí os caras me escrevem “POCIVEIS” com “C” e “PREJUISOS” com “S”, para não falar que faltou acento nas duas palavras. Ladrão na internet tem que ser um pouco mais inteligente, né? Aqui o print da tela toda.
Todo mundo já viu, mas esse tipo de coisa eu acho que tem que ser divulgado o máximo possível. O Luciano do Vale criticou em seu programa (ao vivo) a falta de diploma, mas principalmente a falta de profissionalismo, de algumas figuras envolvidas no que eu chamo de “circo da bola”. O diploma em si não seria suficiente para dar a moral e a vergonha na cara que falta para gente como Milton Neves, Paulo “Morsa” e Godoy. O que interessa para esses palhaços não é a informação ou a análise imparcial, muito pelo contrário: quanto mais polêmica e sensacionalismos melhor. O Milton Neves é perito em desenvolver teorias incríveis para criar situações inexistentes. Um cara com tamanha influência na comunicação esportiva não pode ser tão irresponsável e deveria saber disso. Só que o que ele fala não o atinge diretamente, apenas prejudica clubes, torcedores e principalmente jogadores. A última do Milton Neves é denegrir a imagem dos goleiros Rogério Ceni (São Paulo) e Felipe (Corinthians). O cara lança no ar a idéia de que esses goleiros foram culpados pelas recentes eliminações dos respectivos times, quando um clube é formado por muitos outros jogadores e técnico. Na minha opinião o que ele quer é gerar desconfiança no trabalho desses profissionais para, quem sabe, seu clube de coração levar alguma vantagem em futuras disputas. Sinceramente acho que ele gosta de provar seu poder de manipulação e para isso usa sua influência na comunicação esportiva.
Mas se colocar o caso do diploma em relação a várias outras profissões, veremos que isso também é importante. Ou alguém aí arrisca uma operação no coração realizada por um jornalista? E que tal tratar o canal de um dente com um advogado? Segue o vídeo.
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