Dando sequência aos absurdos da produção audiovisual nacional… Quem consegue ser pior? Rebelde ou Malhação? O Vlad tem a reposta.
Autor: Homem Robô
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Rebelde ou Malhação?
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Se não bastasse o Brasília 18%…
Não é que o boto pretende dirigir OUTRO filme… Alguém, por favor, impeça isso! E o pior: o roteiro é da Bruna Lombardi!!! Sério, se eu ler Nelson Pereira dos Santos, Carlos Alberto Riccelli ou Bruna Lombardi em algum cartaz de cinema eu mudo de calçada ou saio do shopping. Valeu Erica!
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Brasília 18%
Sem dúvida alguma o pior filme que eu vi na vida. E não é porque é nacional não. O filme é ruim meeeesmo. Muito ruim. Péssimo. Horrível. Tosco. Lento. E segundo consta custou 3.3 milhões de reais. Na boa, alguém saiu desse abacaxi com 3.299 milhões no bolso. O filme é ruim que dói. Você sai da sala querendo socar o diretor/roteirista Nelson Pereira dos Santos. Eis alguns motivos para você não ver essa bomba:
– O ator principal é ele, o boto, Carlos Alberto Riccelli;
– O Riccelli quase não fala (não que isso seja ruim), ele faz o gênero galã-sessentão-caladão;
– Riccelli é um legista que sofre assédio das 4 personagens gostosas do filme. E olha que duas já estavam mortas;
– Todas as falas tem pausas;
– Todas as pausas são longas;
– Todas as cenas são demoradas;
– As atuações são deprimentes;
– A música é tosca e enfadonha, cansa;
– Todos os personagens tem nomes superoriginais tipo Olavo Bilac, Machado de Assis, Augusto dos Anjos, Cacilda Becker…
– A bunda do boto aparece no filme;
– Os 18% do título se refere à umidade relativa do ar da nossa capital, estou avisando porque a única fala que explica isso pode passar despercebida;
– Esqueceram de contratar um continuista, a placa do carro muda durante as cenas;
– A história é bisonha, saca só a sinopse oficial: Médico legista é chamado para autopsiar corpo de mulher envolvida em escândalo político. O caso pode estar conectado com uma denúnica de corrupção na alta cúpula do poder. Ele começa a se apaixonar pela mulher morta. Ou seja: um legista necrófilo em Brasília…
– O tal legista faz mó cu doce durante o filme para não se entregar aos tubarões e no final faz tudo o que os políticos querem: assina o tal laudo e foge do país com a Malu Mader (que também fazia parte do tal escândalo);
– O filme se arrasta por 146 minutos;
– E por fim, se algum crítico falar bem do filme é porque rolou jabá;A única coisa boa do filme é que esse diretor curte um nú frontal feminino e isso rola duas vezes com a atriz Karine Carvalho, mas mesmo assim não vale pagar o ingresso para ver… nem espere passar no Canal Brasil, você vai perder 146 minutos da sua vida. Vai por mim.
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Vida Fodona, o podcast
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Cães de Aluguel em 30 segundos

Re-encenado por coelhos. Aqui.
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Bong Esponja
Aqui estão três episódios legendados da versão bêm-loca do Bob Esponja, chamada Sponge Bong Hemppants. Impagavél. Assista:» Episódio 1
» Episódio 2
» Episódio 3O fornecedor do link preferiu o anonimato por problemas com a justiça. Mas valeu aí.
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A Experiência Religiosa de Philip K. Dick
Só para lembrar que temos aqui no site uma HQ do Robert Crumb que retrata a experiência “mística” que o autor Philip K. Dick teve em 1972. Leia ae.

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Bullshit
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Philip K. Dick no Brasil
A editora Aleph anunciou que pretende lançar dois livros do Philip K. Dick ainda esse ano. O primeiro, O Homem do Castelo Alto, já lançado por aqui pela Nova Fronteira, e o segundo, inédito no Brasil, V.A.L.I.S., ambos com tradução do Fábio Fernandes, o responsável pela boa tradução da última versão de Laranja Mecânica. Valeu Renato.
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Tirando onda de grafiteiro



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