Da galeria de grandes capas de disco do Nogueira, nosso ex-colaborador:

A FINA ARTE DA NAVEGAÇÃO ALEATÓRIA.
Da galeria de grandes capas de disco do Nogueira, nosso ex-colaborador:

O Mágico Allex sabe das coisas. Vai vendo.

Se normal já é foda. Imagina vitaminado. Ouve aí. E os caras tão vendendo camiseta, download e até arquivo FLAC, na Boutique do Paul.
O Bruno, do Urbe, entrevistou os caras por trás do Programa do Aleixo. Impagável, aqui.
E no Youtube, os primeiros, da época que o Aleixo ainda era um Ewok e dava conselhos:
Começou com esse:
E depois virou meme, com direito a página no myspace, videoclipe do weezer e tal…
E aí vão as 10 melhores variações do mesmo tema:
Mas o clipe original, em animação, quase “ninguém” viu…
E faltou a versão dos pança:
Não preciso mais de Tv, agora que o Monty Python tem um canal no Youtube, vai vendo:
» http://br.youtube.com/user/MontyPython
Mas para não ficar sem grana, os caras pediram para comprar os DVDs da trupe:
O resultado, aumento de 23.000% em vendas na amazon.
Enquanto isso, no Brasil, a gente só vê os Trapalhões no Youtube, copiado de VHS de péssima qualidade, e com o email do carinha que vende cópia pirata em DVD…
Fácil vá:
P. Craig Russell discutindo a narrativa usada em sua adaptação na Graphic Novel Murder Mysteries, do Neil Gaiman. Se você é fã da arte sequêncial, assista.
Poster Boy é um cara que remonta posters nos metrôs de Nova York, cortando e colando pedaços para montar outras paradas e enviar seu recado. E sempre com humor, um toque arte e uma certa atitude que não aparece por aqui. E pelo discurso, ele toca um foda-se pra fama, galerias e faz isso pela arte. Achei massa. A atitude, o discurso e a arte.
Sou fanzasso de graffiti e arte de rua em geral, mas tenho notado graffiti em propaganda, ensaio de revista, galeria de arte, matéria na tv e o escambau. E, em parte, isso é culpa do mainstream publicitário que adora renovar velhas mídias e reinventar modismos. Mas outra parcela de culpa vem do grafiteiro que faz lá sua arte só para aparecer na mídia. Sem generalizar, acho que tem muito “grafiteiro de galeria” que deveria usar a parede para algo mais inteligente do que simplesmente escrever seu nome para fazer portfolio. Nada contra, mas dá pra notar a diferença de um graffiti feito para “aparecer” do que um feito por quem realmente curte e ama o graffiti. Ultimamente acho que o graffiti de São Paulo tem mais tinta do que atitude.
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