Depois da família de games do Mario, a ávore genealógica da família dos games Megaman:
Autor: Homem Robô
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Família Megaman
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Han Solo ou Magnum?
httpv://www.youtube.com/watch?v=ZEigvdbzia8 -
Lembra do Gundam real?
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Mais He-Man: BoHeman Rhapsody
Agora cantando Queen:
httpv://www.youtube.com/watch?v=aeFH-QoAPCk -
O guia dos Lanternas Verdes
Indispensável para saber quem é quem na firma dos Lanternas Verdes:

E aqui o link oficial com todos os lanternas do universo DC.
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Games de Quinta: Money Seize, Meat Boy e Chain of Fire
Mais jogatina.
Money Seize
Seu objetivo é ganancioso: reunir 1010 moedas de ouro distribuídas pelos 50 níveis (10 são secretos). Já vou avisando que esse foi um dos games mais difíceis que eu vi na vida. A dica é, pegue poucas moedas por vez e reinicie a fase até limpar o terreno. Mas já vá preparando o espírito para momentos de ódio profundo…
Meat Boy
Em Meat Boy você é uma simpática almôndega que tem que salvar a simpática almôndega fêmea. Difícil também, mas divertido. E rola até um Level Editor para você criar seus próprios desafios.
Chain of Fire
É sempre legal incendiar pessoas em cadeia. Clique e aponte o incendiário em direção das outras pessoas e árvores. Esse é o objetivo. Simples.
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Família Mario
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GamePlay, no Itaú Cultural

Semana passada fui lá conferir a tão falada exposição de games que saiu em tudo quanto é jornal, telejornal, rádio, blog, revista de fofoca e obituário. Aproveitamos a segunda-feira chuvosa, eu e a Mulher Robô, e fomos lá ver qualé. E chegando lá, a decepção. O evento parece um salão chique de fliperama. 4 consoles para cada game e para jogar, fila de espera. Espaço agradável, isso é, mas não tinha nem cadeira pros gamers…. E além de pouco mais de uma dezena de games para testar (uns bons, outros não) e 6 instalações artísticas, o evento não tem NADA de novidade. A instalalção mais legal era a da mesinha que interagia com os objetos que você coloca em cima… é, só isso mesmo, põe a parada em cima, e a outra parada pipoca do nada e interage com a primeira parada. O Surface, da Micro$oft, é mais legal e mais interativo.
Nem vou descer a lenha nas demais instalações porque discutir arte é muito subjetivo para o meu gosto. E ficou ainda mais subjetivo ao ver duas madames que adoram discutir conceito por trás de instalação que usa videogame… essa eu passo. Não curto arte com todo um “conceito” por trás. Aliás, quando alguém tentar te vender um “conceito”, fuja.
O que eu não entendo é o porquê de tratar o assunto como se o público não soubesse o que é videogame. Vamo lá, videogames estão por aí, em massa, desde os anos 1980. Praticamente todo mundo sabe controlar um personagem animado através de um joystick/gamepad certo? Tá rolando na mídia que videogame move mais grana que o mercado do cinema e o falido mercado fonográfico já faz uns anos. Hoje temos games nos celulares e até em máquinas fotográficas. Game já faz parte da cultura. Já é cultura. Então porque raios fazer uma exposição como se os games fossem a novidade do ano? Não saquei. Celebrar o videogame como arte? Com meia dúzia de instalações e uns 10 games? Cadê um workshop basicão com o Game Maker? Cadê um painel com algo realmente novo. Ou qualquer demonstração de algo útil desenvolvido com o também-tão-falado-assunto-da-moda, Augmented Reality. Queria ver o ARQuake rolando, não o Katamari Damacy. Queria ver algo usando o Arduino, ou um videogame movido à gritos. Queria ver algum tipo de game educacional sobre matemática ou música. O diorama em papel do Ninja Gaiden aí abaixo é mais “arte” que a exposição inteira do Itaú. E a foto ali acima, é de outra exposição… mas serve de exemplo. Vai dizer que você não levaria uma máquina fotográfica para registrar sua visita ao cenário do Super Mario?

Mas o que eu fiquei realmente chocado foi com a quantidade de exposição na mídia que esse evento recebeu. Fui lá achando que a experiência pudesse mudar minha vida (tipo quando vi um quadro do Van Gogh)… mas neca. Nada. Um desdém me veio. Meses atrás, no SESC Pompéia rolou uma exposição foda. E realmente legal. Joguei um Tetris numa projeção gigante num edifício vizinho. Isso sim é experiência. Agora, jogar Halo no Xbox é arte? Tenho Counter Strike aqui, não pego fila e tenho mais de 15 minutos para me divertir…
Continuo esperando o simpósio que vai rolar no final do mês, mas como arte, a exposição GamePlay não vale, vale mais uma visita ao fliperama da esquina, de preferência daqueles que tem o Nascar, jogo de tiro, dança e Ice Hockey, muito mais interativo. Só não é de graça e não fica na Avendia Paulista. Mas a diversão é garantida. Vai por mim.
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Games de quinta: especial download
Três executáveis hoje. Só para Windows.
Rescue: The Beagles
Plataforma: Windows, 7.9Mb
Sua missão é resgatar cachorros que cairam de um avião que iria fazer experimentos científicos nada ecológicos. Simplão, mas altamente viciante. Em cada fase os cenários são gerados aleatoriamente, então, o game não cansa.

Mighty Jill Off
Plataforma: Windows, 28.9Mb
Parece um game do MSX. Nele você é um masoquistazinho. O objetivo é simples, porém masoquista, escalar a torre com pulos milimétricos e timming acurado. E rola uma fase bônus se você conseguir chegar ao topo em menos de 12 minutos. Fiz em 18… se alguém chegar ao fim, avise.

Mightier
Plataforma: Windows, 12.3Mb
Joguinho inventivo. Nele você é um astronauta e tem que coletar alguns items pelo planetinha. Mas para cada fase você precisa resolver um enigma usando papel e lápis. O game aceita webcam, scanner e mouse para “escanear” a solução dos níveis. No site oficial rola um vídeo explicando como usar solucionar os puzzles usando uma impressora.

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Novo layout
Para comemorar os 7 anos do blog, com mais de 6 meses de atraso, enfim o novo layout. Ninguém comentou ou me cobrou, mas o antigo layout era para ser temporário e acabou ficando… A única modificação notável neste aqui é que a ausência da janela de popup dos comentários. Agora os comentários ficam na página do post.
Outra firula MUITO importante foi separar os nomes autores por cores. E outra novidade são as tags, que aos poucos vão aparecer por aqui. Também teremos uma pequena e modesta seção com links aí no menu da direita, para os sites amigos do ovelha.
E o mais importante: continuamos sem nenhum banner feio querendo seu clique e sem qualquer tabelinha com links escrotos do Google Ads tentando te enganar.
O da Mindnet não conta, eles que hospedam o Ovelha.






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