Depois do game
Sabe porque os games terminam no exato momento em que a princesinha desce da torre?
Porque se todo mundo soubesse o que vem pela frente elas morreriam prisioneiras. Agora você já sabe!
Sabe porque os games terminam no exato momento em que a princesinha desce da torre?
Porque se todo mundo soubesse o que vem pela frente elas morreriam prisioneiras. Agora você já sabe!
… segundo a revista Veja.. Não me comprometo com isso….
10. FarmVille
9. Peggle
8. Super Mario World
7. Bejeweled
6. PacMan
5. Counter-Strike
4. Paciência
3. World of Warcraft
2. Snake
1. Tetris
O jogo que mais joguei até hoje foi Mário Kart.
Alguns dessa lista eu não gostava muito, como o Snake. E o FarmVille acho que alguém poderia jogar um míssel lá.
Eis ai uma lista com 10 games free, ideais para as festas de fim de ano na casa de parentes pentelhos…
Plataforma: Online
Um dos melhores games de 2009, Captain Forever mistura Asteroids com estratégia e tática. Nele você é uma navezinha que começa simples, mas pode usar pedaços de outras peças para fazer upgrades e sair pela galáxia explorar, resgatar naves perdidas, fugir da polícia e matar inimigos. Começa fácil, mas em poucos minutos você já percebe se sua estratégia foi bem executada ou não. E só depois de algumas tentativas, você pega o jeito de montar as naves. Vicia, já vou avisando… Depois do vício, é legal consultar um guia de estratégia. Aqui.
Plataforma: Online
Você é um lenhador, maníaco, da montanha. E o esquema é derrubar pedras na cidadezinha ao pé da montanha. Quando mais destruição pelo caminho, mais pontos. Dos mesmos caras que fizeram o Dino Run.
Plataforma: Windows, 2.2 Mb
Saintrooper vai matar a saudades para quem curte um game estilão MSX/Snes. No game você é um astronauta “aquático”, e tem que explorar o terreno em busca de oxigênio, armas e outros astronautinhas espalhados. Dá para agarrar nas paredes, atirar para baixo e amortecer a queda. E a experiência fica completa se você estiver jogando com um joystick. Só não dá pra entender nada da página de download, mas o link está lá no finalzinho.
Plataforma: Online
A Mazing Monk é o cubo mágico com estratégia. Nele você comanda um mongezinho que roda o planeta evitando os guardinhas. O objetivo é coleta os as padrinhas de karma para subir de nível, mas sempre evitando os guardinhas, que metralham monges sem dó, nem piedade. O game traz também uma versão Hard Mode, fodassa, mas interessante.
Plataforma: Windows, 8.8 Mb
Um dia você foi um mago. Hoje você é uma minhoca. E o objetivo é comer coisas. E evitar de comer outras coisas. Conforme elas aparecem na tela. Uma espécie de River Raid fofucho. Mas bacaninha. Vale o download.
Plataforma: Windows, 62.2 Mb
Esse vale pelo visual surrealista. Tão foda que é capaz de você passar mais tempo de rolê pelo cenário do que de fato “jogando”. No game você comanda uma planta que cresce e encolhe ao seu comando. O objetivo é guiá-la até a Lua. No caminho você explora os cenários e vai descobrindo partes de um poema, que fazem parte de um poema maior. Recomendo jogar ouvindo Pink Floyd.
Plataforma: Online
Uma variação do jurássico Pong. Mas aqui o esquema é rebater as bolinhas conforme elas pipocam do centro do “tubo”. A cada fase, sua “raquete” muda de padrão e a a situação vai ficando complicada. Os controles poderiam ser menos sensíveis, mas tá valendo pelo desafio.
Plataforma: Windows, 3.5 Mb
Foda bagarai. Apesar de simples, é só correr e pular. O game vai ficando extremamente difícil conforme você avança. Se prepare para inúmeras mortes bobas e saltos milimétricos… Ah, tem história: mataram o Rei e você está correndo atrás do assassino.
Plataforma: Windows, 2.89 Mb
Puzzle de plataforma simplão no visual, mas cabeçudo nos desafios. O esquema é guiar o sujeito azul pelas telas. A história é simples, você está atrás do sujeito que te colocou nesse lugar surreal. No game, é só “cair” e continuar a caminhada e usar os objetos para te ajudar. Os gráficos não rolaram 100% no Vista 64.
Plataforma: Online
Puzzle scifi de primeira. A nave encheu de extraterrestres que comem humanos e você tem que mandá-los pro vácuo abrindo as portas da mesma cor. Mas isso sem enviar a tripulação pros Ets ou pelo espaço. E principalmente, sem mandar o capitão da nave para o espaço. Bonzão.
O Cyclepong é uma delas. É pedalando que você controla sua “raquete”.

Já na Quickfit é a cama que faz a malhação para você enquanto rola um vídeo de exercícios da Jane Fonda na TV.

Falaê, ficou massa:
Maximum pirates!
Ajude a combater os invasores alienígenas que vêm ao Brasil a cada 8 anos para roubar energia elétrica.
Esse jogo é freeware. Você pode baixar, copiar e distribuir à vontade. Não damos garantia de nada. By Si14.
Baixa e joga.

Depois de 20 anos o criador do Prince of Persia fez um “diário/blog do passado” contando o desenvolvimento do game. Tem até uns vídeos do irmão dele servindo de modelo para os movimentos. Pro homem níquel.
Achei a idéia legal. Eu compraria um fácil.
O cara montou um atari-laptop usando peças originais do próprio atari, como a placa mãe.
Mais detalhes aqui. Vale a pena dar uma olhada nos detalhes.
Esse simulador de inseminação em cavalos (éguas, né?) ficou com o terceiro lugar.
A lista de bizarrias você vê aqui.

Taí um game que eu vou querer jogar:
E o porquê desse game prometer muito:
» Clima retrô com visual 2d tipo livrinho “popup”, misturando 3d e 2d com muito estilo
» Não tem loading (as fases carregam durante o jogo)
» Foi criado pelo Ron Gilbert, o sujeito que criou The Secret of Monkey Island e Maniac Manson
Tem vários screenshots no site oficial.
Homebrew, que significa “caseiro” é uma onda antiga que vem da época do rádio amador. Nos games eu tb não conheço muito a história, mas sei que fez muito sucesso no gamecube e naturalmente evoluiu para Wii de uma forma quase que profissional. O GameCube e o Wii são muito semelhantes na arquitetura (Chip PowerPC da IBM), e o Wii vem com um GameCube imbutido (vc pode usar os mesmos discos, controles e cartões de memória, é só abrir uma tampinha que fica em cima dele), e embora existam Homebrew para outras plataformas, nenhuma teve tanto sucesso.
Um belo dia um cara estragou o arquivo que ele salvou o Zelda do Wii, e a partir daí conseguiram entrar no sistema do console e criaram o Homebrew Channel, um canal no Wii onde vc inclusive passeia online pelas aplicações disponíveis e com um clique as baixa e instala. Por conta disso o Wii virou uma das mais crescentes plataformas para games alternativos e é isso que o vídeo abaixo mostra. E olha que nem menciona a possibilidade de tocar DivX a partir de USB ou algum micro na rede, backapear os jogos que vc já tem, rodar jogos backupeados de Wii e GameCube gravados em DVD-R, colocar um teclado USB e usar o Linux, hospedar páginas web, etc.
Quem quiser se aventurar, o Gabriel (veja o site) fez um script que instala todo o ambiente de programação para começar a escrever jogos que rodam no Wii. Aqui os códigos, e aqui o vídeo demostração.
post dedicado à dupla dinâmica dos games desde 1888: Cara de Lata e PoneiXXX
Só não achei graça no número 3. Mas a estante do Donkey Kong e a mesa Pac-Man são ducaraio.

Mais um games de quinta. Para a jogatina do finde.
Plataforma: Windows, 9.9 Mb
Um Indiana Jones politicamente incorreto e inúmeras cavernas geradas aleatoriamente fazem de Spelunky um dos melhores plataformas de 2009. Vicia.
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Plataforma: Windows, 18.8 Mb
Em Pandaland, você é uma indiezinha que tenta evitar as loiras peituras, carecas sarados, fotógrafos malas, poodles coloridos e no caminho, coleta cigarros, bebidas e coisinhas fofinhas, tipicamente indies. O jogo é curto, só tem 4 fases, e ao final do game ele revela uma fase bônus. Se a sua namorada usa tênis All-Star, ela vai gostar.
Plataforma: Flash, online
Enquanto a gripe suína come solta, aqui o porquinho simpático tenta voar. E já vou avisando, é difícil bagarai. Qualquer encostada em qualquer coisa e o porco despenca do céu. Para exercitar a paciência. Ah, outra dica importante, durante o jogo, aperte “S” para tirar o volume do porquinho.
Plataforma: Flash & Windows (versão paga)
Um puzzle musical. Faça as partículas se moverem em direção das caixinhas para ouvir a melodia. Só passa de fase quando a melodia completa toca. É foda, bonito e inteligente, o único porém vai do gosto musical duvidoso. Eu realmente não curti as músicas, joguei de voluma abaixado depois de um tempo… E tem uma versão à venda com mais de 70 níveis. E aqui o site oficial da versão paga.
Plataforma: Windows, 2.46 Mb
Outro pra deixar qualquer cidadão com raiva. O visual fofinho engana, o jogo é casca. Nele você é um trequinho cor-de-rosa e tem que completar uma série de pequenos desafios para terminar o nível em 60 segundos. O jogo requer precisão cirúrgica. Um mínimo de descuido e você perde alguns preciosos segundos.
Depois da família de games do Mario, a ávore genealógica da família dos games Megaman:
Mais jogatina.
Seu objetivo é ganancioso: reunir 1010 moedas de ouro distribuídas pelos 50 níveis (10 são secretos). Já vou avisando que esse foi um dos games mais difíceis que eu vi na vida. A dica é, pegue poucas moedas por vez e reinicie a fase até limpar o terreno. Mas já vá preparando o espírito para momentos de ódio profundo…
Em Meat Boy você é uma simpática almôndega que tem que salvar a simpática almôndega fêmea. Difícil também, mas divertido. E rola até um Level Editor para você criar seus próprios desafios.
É sempre legal incendiar pessoas em cadeia. Clique e aponte o incendiário em direção das outras pessoas e árvores. Esse é o objetivo. Simples.

Semana passada fui lá conferir a tão falada exposição de games que saiu em tudo quanto é jornal, telejornal, rádio, blog, revista de fofoca e obituário. Aproveitamos a segunda-feira chuvosa, eu e a Mulher Robô, e fomos lá ver qualé. E chegando lá, a decepção. O evento parece um salão chique de fliperama. 4 consoles para cada game e para jogar, fila de espera. Espaço agradável, isso é, mas não tinha nem cadeira pros gamers…. E além de pouco mais de uma dezena de games para testar (uns bons, outros não) e 6 instalações artísticas, o evento não tem NADA de novidade. A instalalção mais legal era a da mesinha que interagia com os objetos que você coloca em cima… é, só isso mesmo, põe a parada em cima, e a outra parada pipoca do nada e interage com a primeira parada. O Surface, da Micro$oft, é mais legal e mais interativo.
Nem vou descer a lenha nas demais instalações porque discutir arte é muito subjetivo para o meu gosto. E ficou ainda mais subjetivo ao ver duas madames que adoram discutir conceito por trás de instalação que usa videogame… essa eu passo. Não curto arte com todo um “conceito” por trás. Aliás, quando alguém tentar te vender um “conceito”, fuja.
O que eu não entendo é o porquê de tratar o assunto como se o público não soubesse o que é videogame. Vamo lá, videogames estão por aí, em massa, desde os anos 1980. Praticamente todo mundo sabe controlar um personagem animado através de um joystick/gamepad certo? Tá rolando na mídia que videogame move mais grana que o mercado do cinema e o falido mercado fonográfico já faz uns anos. Hoje temos games nos celulares e até em máquinas fotográficas. Game já faz parte da cultura. Já é cultura. Então porque raios fazer uma exposição como se os games fossem a novidade do ano? Não saquei. Celebrar o videogame como arte? Com meia dúzia de instalações e uns 10 games? Cadê um workshop basicão com o Game Maker? Cadê um painel com algo realmente novo. Ou qualquer demonstração de algo útil desenvolvido com o também-tão-falado-assunto-da-moda, Augmented Reality. Queria ver o ARQuake rolando, não o Katamari Damacy. Queria ver algo usando o Arduino, ou um videogame movido à gritos. Queria ver algum tipo de game educacional sobre matemática ou música. O diorama em papel do Ninja Gaiden aí abaixo é mais “arte” que a exposição inteira do Itaú. E a foto ali acima, é de outra exposição… mas serve de exemplo. Vai dizer que você não levaria uma máquina fotográfica para registrar sua visita ao cenário do Super Mario?

Mas o que eu fiquei realmente chocado foi com a quantidade de exposição na mídia que esse evento recebeu. Fui lá achando que a experiência pudesse mudar minha vida (tipo quando vi um quadro do Van Gogh)… mas neca. Nada. Um desdém me veio. Meses atrás, no SESC Pompéia rolou uma exposição foda. E realmente legal. Joguei um Tetris numa projeção gigante num edifício vizinho. Isso sim é experiência. Agora, jogar Halo no Xbox é arte? Tenho Counter Strike aqui, não pego fila e tenho mais de 15 minutos para me divertir…
Continuo esperando o simpósio que vai rolar no final do mês, mas como arte, a exposição GamePlay não vale, vale mais uma visita ao fliperama da esquina, de preferência daqueles que tem o Nascar, jogo de tiro, dança e Ice Hockey, muito mais interativo. Só não é de graça e não fica na Avendia Paulista. Mas a diversão é garantida. Vai por mim.
É nessa hora que eu boto fé na internet. Um mini-documentário de um dos melhores games já feitos…
Aqui tem um torrent com uma versão para PC dos dois primeiros games, com o áudio em qualidade de CD. Recomendo.
Não fui trabalhar e fico aqui postando essas merdas.
Eis algumas capas hipotéticas de vários games, caso eles fossem lançados pela Criterion Collection. Ou seja, capas de games com cara de capa de dvd “artística” de filme “cool”…



Aqui tem mais.
The Sims 2: Basement te dá a oportunidade de viver no porão do austríaco Joseph Fritzl. Coisa de quem não tem o que fazer.


Depois da Tabela Periódica das fontes, aí vem a dos controles (ou joysticks, como preferir) de videogames. Aqui.
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