Quase o touro ganha.
Arquivos da Categoria: Ferrão do Marimbondo
Chama a polícia!
Os juízes não viram que a bola entrou.
Foda que a competição é a Eurocopa de Futsal.
Uma hora explode – 2
Uma hora explode
Tem um sujeito com uns vídeos no YouTube que anda despertando a atenção para as formas artificiais de se ganhar “músculo”. Daí achei esse vídeo que mostra várias vítimas das “bombas”. Não dá para acreditar nesses caras. Tá na cara que é tudo falso e eles se acham o máximo com os corpos todos deformados.
Bizarro!
Dramas do apagão
Se liga no drama que o apresentador da Record faz por não conseguir entrar ao vivo com o Secretário que dava entrevista para a Globo.
A todos nós
Revoltadinhos da nação:
Atentem ao detalhe: “eu queria dar tudo que há em mim, tudo em troca de uma amizade” duaduhdaudhuasd
(da lista da wandinha)
Panorama Asiático da Arte Brasileira da Europa Africana
Lançaram uma exposição de Arte Brasileira sem brasileiros, chique não ?
Mas calma, não priemos cânico:
“No final, o Panorama terá dois brasileiros. Uma será a mineira Tamar Guimarães, que vive em Copenhague, na Dinamarca.”
“A presença da Tamar é um jogo com o conceito da exposição. Eu a conheci em Copenhague e, apesar de brasileira, sua carreira está toda desenvolvida fora daqui. Seu trabalho é uma projeção de slides com um áudio em inglês muito preciso, num formato bastante europeu, ainda que o tema seja o Chico Xavier”
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u623539.shtml
Releitura de piada para a nova era digital
Quer ser pop na rede mundial de computadores (a grade teia!) mas não tem criatividade ? Eis a solução !
Pegue uma música genuinamente criativa, fruto do nosso folclore e adicione uma pitada de bizarrice no meio:
letra: Aqui!
E transforme num jpg, um formato de fácil veiculação !

Passageiro Puto
A United Airlines fudeu o violão feito sob medida do cara e não quis pagar o conserto, que era uns 2 mil dólares, aí o cara fez uma musiquinha que é super famosa, e vale muito mais do que isso agora.
A nova campanha de marketing da Telefônica
Em vez de responder as reclamações dos usuários, a Telefônica tá mais preocupada em divulgar sua campanha de “ação”, chamada Telefônica em Ação, que promete melhorias no serviço… piada né?

BOICOTE é a palavra da moda galera. A padaria da esquina te atende mal? BOICOTE! A Telefônica te ignora? BOICOTE.
GamePlay, no Itaú Cultural

Semana passada fui lá conferir a tão falada exposição de games que saiu em tudo quanto é jornal, telejornal, rádio, blog, revista de fofoca e obituário. Aproveitamos a segunda-feira chuvosa, eu e a Mulher Robô, e fomos lá ver qualé. E chegando lá, a decepção. O evento parece um salão chique de fliperama. 4 consoles para cada game e para jogar, fila de espera. Espaço agradável, isso é, mas não tinha nem cadeira pros gamers…. E além de pouco mais de uma dezena de games para testar (uns bons, outros não) e 6 instalações artísticas, o evento não tem NADA de novidade. A instalalção mais legal era a da mesinha que interagia com os objetos que você coloca em cima… é, só isso mesmo, põe a parada em cima, e a outra parada pipoca do nada e interage com a primeira parada. O Surface, da Micro$oft, é mais legal e mais interativo.
Nem vou descer a lenha nas demais instalações porque discutir arte é muito subjetivo para o meu gosto. E ficou ainda mais subjetivo ao ver duas madames que adoram discutir conceito por trás de instalação que usa videogame… essa eu passo. Não curto arte com todo um “conceito” por trás. Aliás, quando alguém tentar te vender um “conceito”, fuja.
O que eu não entendo é o porquê de tratar o assunto como se o público não soubesse o que é videogame. Vamo lá, videogames estão por aí, em massa, desde os anos 1980. Praticamente todo mundo sabe controlar um personagem animado através de um joystick/gamepad certo? Tá rolando na mídia que videogame move mais grana que o mercado do cinema e o falido mercado fonográfico já faz uns anos. Hoje temos games nos celulares e até em máquinas fotográficas. Game já faz parte da cultura. Já é cultura. Então porque raios fazer uma exposição como se os games fossem a novidade do ano? Não saquei. Celebrar o videogame como arte? Com meia dúzia de instalações e uns 10 games? Cadê um workshop basicão com o Game Maker? Cadê um painel com algo realmente novo. Ou qualquer demonstração de algo útil desenvolvido com o também-tão-falado-assunto-da-moda, Augmented Reality. Queria ver o ARQuake rolando, não o Katamari Damacy. Queria ver algo usando o Arduino, ou um videogame movido à gritos. Queria ver algum tipo de game educacional sobre matemática ou música. O diorama em papel do Ninja Gaiden aí abaixo é mais “arte” que a exposição inteira do Itaú. E a foto ali acima, é de outra exposição… mas serve de exemplo. Vai dizer que você não levaria uma máquina fotográfica para registrar sua visita ao cenário do Super Mario?

Mas o que eu fiquei realmente chocado foi com a quantidade de exposição na mídia que esse evento recebeu. Fui lá achando que a experiência pudesse mudar minha vida (tipo quando vi um quadro do Van Gogh)… mas neca. Nada. Um desdém me veio. Meses atrás, no SESC Pompéia rolou uma exposição foda. E realmente legal. Joguei um Tetris numa projeção gigante num edifício vizinho. Isso sim é experiência. Agora, jogar Halo no Xbox é arte? Tenho Counter Strike aqui, não pego fila e tenho mais de 15 minutos para me divertir…
Continuo esperando o simpósio que vai rolar no final do mês, mas como arte, a exposição GamePlay não vale, vale mais uma visita ao fliperama da esquina, de preferência daqueles que tem o Nascar, jogo de tiro, dança e Ice Hockey, muito mais interativo. Só não é de graça e não fica na Avendia Paulista. Mas a diversão é garantida. Vai por mim.
Decepção com a Tekpix
Alguém tem? Conhece alguém que tenha uma dessas? Sempre tive medo.
Disperdício ou desperdício?
Na dúvida, procure no google, certo? Quem der mais resultados está correto. Certo? Não. Errado. O google não é dicionário de português. E também não é consultório médico, psicólogo, terapeuta ou advogado. Na dúvida, procure pelo dicionário, primeiro. Saca só o resutado da pergunta aí do título:
Resultados 1 – 10 de aproximadamente 4.370.000 para desperdício
Resultados 1 – 10 de aproximadamente 4.400.000 para disperdício
Praticamente um empate técnico.
Só estou comentando o assunto para levantar que a relevância do resultado da busca do google anda derrapando feio, por dois motivos básicos: a base de dados antiga e o SEO marketeiro. Nada contra o SEO marketeiro, que precisa vender para quem precisa aparecer. Mas aí sobra o primeiro motivo: a base de dados, já antiga e ultrapassada. E com isso, sai a relevância e entra o garimpo.
Que atire o primeiro teclado quem nunca procurou por uma notícia recente e deu de cara com uma notícia de alguns anos atrás. E quem aí já perdeu uma boa meia hora tentando achar notícias recentes sobre o melhor antívirus do mercado ou qual foi o último upgrade daquele software que você baixou no ano passado.
Ou pior, você acha, mas o site que aparece pede cadastro. Tipo o sinistro Experts Exchange, que é campeão em resultados, mesmo com o conteúdo fechado. Das duas uma, ou rola uma verba nervosa para que o site apareça nos primeiros resultados mesmo sem ter conteúdo algum ou o google tá vacilando forte na lógica da busca. Com isso, já já vai acontecer o mesmo que aconteceu com o Yahoo! da era do diretório. Era tanta categoria, tanto site, que acabou minguando por falta de cuidado e pelo excesso. O google, a meu ver, está trilhando o mesmo caminho.
Pode ser viagem minha, mas tou numas de não idolatrar qualquer tipo de hype de internet. Seja Apple, podcast, orkut, twitter, wikipedia, blogger, blogueiro, qualquer technologia ou gadget. Porque no fim, sempre aparece uma novidade, um upgrade ou um concorrente. É tipo o que acontece com o Firefox ganhando terreno do IE. O Firefox funciona, e bem. É só esperar que, com o tempo, vai colocar o navegador da Microsoft no chinelo. Fato.
Gosto de serviços quem funcionem. De preferência a meu favor. Já faz um bom tempo que recebemos emails pedindo para trocar banner com o Ovelha. E nem temos banner para trocar. A troca nem sempre sinaliza a lua-de-mel de blogs, mas leva em conta o sistema de ranking do google. Algo na linha do “quanto mais links para o meu site, mais pontos eu ganho no google”. Não aprovo esse approach. Não fazemos troca-troca para ganhar ou dar visitas. Não queremos gerar visitas dessa maneira. Não é um método justo de escalar o restultado da busca por que não tem critério. Pouco me importa se teu site é bem rankeado. Se tá ou não no technoratti. Não somos muito chegados a rótulos, prêmios, títulos ou manias.
No âmbito pessoal, pouco me importa se teu perfil no likedin tem 500 contatos, se você tem 1000 amigos no orkut, se o teu site é famoso aqui ou acolá. Pouco me interessa se você tem a gadget que tá na moda, ou se o filme do diretor iraniano ganhou ou não um Oscar. Pouco me interessa em saber se o fulano falou que o disco novo do Zé Fulano é bom ou ruim. Se o crítico deu nota boa ou ruim pro último filme do Woody Allen. Eu gosto testar e encontrar minhas próprias conclusões. Acho válido testar. Acho mais lógico pensar. E me interesso pela qualidade. Sorte minha que o conceito de qualidade é subjetiva.
Mas ultimamente tenho notado que quanto mais gente entra na internet, mais a internet fica parecida com a TV. E como na TV, a gente acaba precisando dar muito zap pra ver algo legal, criativo, inspirador e com um mínimo de inteligência. E ultimamente, até o controle remoto da internet anda falhando.
Se alguém aí tiver uma previsão otmisita ou um algorítimo de busca melhor, me avise. Por que garimpar coisa boa no meio de 4.000.000 de resultados tá ficando cada vez mais difícil.

Reclamar adianta?
Às vezes sim. E para ajudar quem tem problemas de relacionamento com empresas e prefere não se perder na burocracia de reclamar com a empresa, não tem tempo de recorrer ao PROCON ou não quer perder tempo tentando falar com ouvidorias que não atendem, o site Reclame Aqui pode ajudar.
Algumas dicas para você reclamar melhor
Caso você tenha algum tipo de paciência:
» Anote datas, nomes e números de protocolo das ligações
» Se possível, ligue mais de uma vez para reclamar (na Telefônica, cada atendente tem uma resposta diferente, aleatória)
» Envie sua reclamação por escrito, pelo correio, aí as chances de resolverem seu problema aumentam
» Mande emails e cartas para veículos de comunicação
» Tente falar com as ouvidorias, eles podem indicar o melhor procedimento
» Abra uma reclamação formal no PROCON
» Se você se sentir lesado ou humilhado, procure um advogado
Caso você queira partir para a ignorância:
» Diga que você vai comprar um CD piratex com 70 milhões de endereços emails e enviar um spam falando da péssima qualidade do serviço.
» Diga que você está filmando (e filme mesmo) a novela e vai botar no Youtube ou queimar um DVD para enviar para a ouvidoria.
» Use um nariz de palhaço sempre que você se sentir um palhaço, custa baratinho e é ideal para filas de banco, atendimento em restaurantes, lanchonetes e serviços médicos em geral
» Grave o áudio ou vídeo da reclamação, coloque no Youtube e mande o link para a empresa nas próximas reclamações
» Ligue duas, três, 10 vezes no mesmo dia, sempre informando o número do protocolo anterior, às vezes resolve
» Ligue a cada cinco minutos como se nada tivesse acontecido e peça uma posição (já recebi pagamento de uma revista caloteira assim, liguei umas 30 vezes durante uma tarde, no outro dia o cheque tava lá me esperando)
» Mande cartas, uma por dia, relatando seu problema, um dia alguém vai se sensibilizar com o seu problema
» Escale o problema. Vá subindo na hieraquia: atendente, gerente, chefe, dono, presidente…
» No transporte público, imite sons de vacas. Numa dessas o motorista pode se sensibilizar que nem gado merece tal tratamento. Peça a ajuda dos outros passageiros para o efeito ficar mais convincente
» E se você for radical, faça greve de fome na frente da empresa, se acorrente num poste, destrua o produto em frente a loja (cuidado para não machucar as pessoas e não queime nada, queimar dá cadeia)… mas avise a imprensa antes.
Dicas gerais para evitar problemas
» Guarde notas fiscais, recibos, comprovantes, segundas vias e tudo que for relacionado ao produto ou serviço, se o produto não tiver nota, peça algum tipo de recibo ou garantia do vendedor
» Sempre leia os contratos, não se apresse, peça uma água, um cafézinho, sente e leia o maldito contrato
» Não reclame com os colegas de trabalho, é um pé no saco ouvir alguém reclamando que a empresa X não funciona…. reclame com quem pode resolver seu problema
» No trabalho, sempre que vier o chato reclamão (ou chata), pergunte educadamente: “O que vamos fazer para resolver esse problema?”. Soa educado e serve para acalmar as pessoas que entram em pânico quando, por exemplo, o ar condicionado tá muito gelado…
» Não reclame antes e nem depois de resolver o problema. Problema resolvido, fim de papo.
» Em restaurantes, não reclame do serviço ANTES da comida chegar, alguém pode cuspir no teu prato e você sabe que brasileiro é fiadaputa mesmo…
E lembre-se, SEMPRE BOICOTE quem presta serviço ruim. É pelo bolso que a empresa vai se ligar que tratar cliente mal não dá lucro.
Aproveito aqui para mandar meus sinceros agradecimentos às empresas no meu TOP 5 da desgraça:
» Telefônica, levei 45 minutos, na quarta ligação, para cancelar o Speedy. E só depois de berrar e ameaçar de publicar o vídeo da saga toda no Youtube que eu fui atendido.
» Vivo, ainda bem que temos outras companhias para escolher.
» Bradesco, que mesmo indo até minha agência, em São José do Rio Preto, a quase 500km de onde moro, não consegui fechar minha conta por incompetência e má vontade do gerente.
» Eletropaulo, sempre ignorante. Mas infelizmente não dá pra ficar sem energia elétrica.
» Receita Federal de São Paulo, a verdadeira sucursal do inferno. Foi a única vez em que eu me senti mal em ficar numa fila. E fiquei pior depois do atendimento, que não serviu pra nada… Eu tava tipo o Bettlejuice aí:

Não gostou deste post? Reclame no nosso SASC – Serviço de Atendimento Safado ao Consumidor.
Transformando árvores em palitos
Agora tem que inventar uma máquina que plante árvores com o dobro da velocidade com que essa destrói.