Star Wars – The Last Jedi

E lá vamos nós de novo. Teaser e pôster.

O Sexto Elemento vem aí

Lá vem Valerian e a Cidade dos Mil Planetas em filme.

O novo trailer do Star Wars novo

E lá vamos nós outra vez.

Blade Runner 2 – A missão

Espero que seja, no mínimo, 50% do que foi o original. Mas a sequência já tem título oficial e data. Blade Runner 2049 estreia daqui um ano.

Por dentro dos estúdios Laika

O pessoal do site The Verge foi conferir como é a produção de um longa animado em stop motion nos estúdios Laika.

O trailer de Rogue One

Lá vem outro Star Wars.

O novo do Christopher Nolan

Christopher Nolan e segunda guerra não tem como dar errado. O teaser acima não mostra nada sobre a evauação de Dunkerque, mas vê aí se não dá aflição.

Filmes modernos em VHS

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Já que o saudosismo está em alta, o usuário do instagram e ilustrador Steelberg, fez uma série de capinhas VHS para filmes e séries atuais. Aqui tem mais.

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Stranger Things: muito hype e pouca história

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Se você ainda não viu a série, não leia.

Stranger Things, a nova série original da Netflix promete muito e entrega pouco. Pra quem nasceu no final dos anos 1970 e começo dos 80, e alugou praticamente tudo que tinha nas locadoras, a série é um apanhado de referências aos filmes que passaram até a exaustão na TV da época: Spielberg (Tubarão, Contatos Imediatos, ET), Viagem ao Mundo dos Sonhos (Explorers), A Coisa, Poltergeist, Goonies, Watchers (O Limite do Terror), Conta Comigo, Firestarter, qualquer filme do John Hughes e do John Carpenter.

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E o problema de Stranger Things é justamente esse: muita referência e pouca história. E a lista de referências é gigantesca. Estão lá: o ritmo de narrativa dos filmes do anos 80, a estilosa sequência de abertura, personagens interessantes, a garotinha paranormal, o MKUltra, o monstro e o universo paralelo, o clima de mistério – típico dos suspenses oitentistas, a trilha sonora sensacional da época, os cenários, os figurinos, a dinâmica dos relacionamentos, teenagers, bicicletas e o Dungeons & Dragons. E é isso. Uma colagem, um resumão do que era clichê nos anos 1980. É um remake tão descarado que até a cena dos moleques fugindo de bike do filme ET está lá. Mas sem ser óbvia, o desfecho é outro, em vez de pedalar voando, o carro da polícia é removido telepaticamente da frente das bikes… E é nesse caminho que a série segue, fazendo com que toda cena pareça um remake de alguma outra cena. Legal ficar caçando referência, mas transformar essa caça em esporte já é demais pra mim. A história em si não traz nenhuma novidade e pelo meio da série já dá para ter uma ideia do final.

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Os cabelos feios dos anos 80 estão lá

Stranger Things não passa de um filme de várias horas que se arrasta na construção dos personagens e deixa a história seguir seu ritmo. Lentamente você é conduzido ao final, e quando chega lá, restam mais perguntas do que respostas, deixando o terreno pronto para uma segunda temporada. Missão cumprida: nasce um universo, milimetricamente arquitetado para quem sofre de saudosismo crônico. Mas é aí que mora o perigo. Não acho que a série tem fôlego para mais 5 temporadas de “telepata versus monstro”…

Para fazer jus ao hype que a série recebe, Stranger Things merecia passar na Sessão da Tarde, dublado. E nada além disso.

Star Trek em filme, filme de fã e série para TV

Para comemorar os 50 anos de Star Trek, em setembro, vem aí: série nova, em 2017, filme novo, Sem Limites e o cartão verde da Paramount (abandonando o processo que movia contra os produtores) para a produção do longa feito pelos fãs Star Trek: Axanar.

O Matias falou disso tudo aqui, com mais detalhes.

O trailer de Sem Limites:

Prelude to Axanar: